Talk de Midas · O quinto triunfo

A entrada é uma só. Depois dela, a cidade inteira.

Trinta minutos de conversa, antes de qualquer proposta. Você chega com o congresso marcado, a apresentação de resultado que vem aí ou o time que precisa falar melhor. Alguém escuta, organiza o que você trouxe e devolve o quadro arrumado.

Essa conversa é a porta de uma cidade de trabalho, onde cada agente de inteligência artificial da Storytellers mora em um endereço, e o endereço explica o que ele faz. A cidade se chama Autoria, e a carta de fundação dela a define assim: “A cidade de Autoria é o lugar onde pessoas com experiência, história e expertise vêm se tornar autores e assim consagrar sua autoridade.” O fim da frase é o destino: tornar-se autor é o gesto, e a autoridade consagrada é o que o gesto rende.

Depois dessa porta, os vinte endereços da cidade ficam disponíveis para o seu caso. Esta página abre todos eles, e mostra por onde se entra.

Conhecer a cidade
A tese

O que sobra
quando a sala esvazia.

Todo treinamento tem o mesmo ponto de fuga. A sala funciona, o grupo sai animado, e três semanas depois a próxima apresentação nasce do jeito antigo. O efeito dependia da presença de quem conduziu, e a presença acabou junto com o café da tarde.

O quinto triunfo do método existe para resolver isso. A Storytellers passou vinte anos construindo réguas, estruturas e protocolos de trabalho narrativo, e nos últimos anos codificou esse repertório em agentes de inteligência artificial. A estrutura de roteiro dos 8 Passos, o garimpo de histórias da Arqueologia Interna, a régua de avaliação das Maestrias e a edição por subtração viraram operação, com nome e função.

Aí veio a parte que interessa a quem contrata: cada agente ganhou endereço. A operação foi organizada como uma cidade, e cada endereço declara o que se faz nele. Quando a curadoria de histórias vem do endereço que estuda o que prende uma plateia e o corte do excesso vem do endereço da conversa de alto valor, a decisão sobre a sua fala tem origem rastreável.

A cidade tem nome e razão de existir. Autoria é o lugar onde pessoas com experiência, história e expertise se tornam autores e assim consagram a própria autoridade, e o Talk de Midas é essa travessia aplicada ao palco corporativo.

O resultado prático para quem contrata: a próxima apresentação encontra a mesma régua e a mesma estrutura que a sala usou, sem depender de a sala se repetir.

A cidade existe e opera, e é o que continua depois que a sala esvazia.

A cidade inteira, endereço por endereço

A cidade

O que cada endereço entrega, e a quem.

A cidade está aberta inteira aqui, agrupada por quem ela serve dentro da sua empresa. O nome de cada lugar diz a função dele, e a função é o que chega até você em forma de trabalho.

Quem sobe ao palco

Serve o executivo, o especialista e o líder que apresentam.

Teatro Agêntico, a fábrica onde os agentes são construídos.

Cinco das dez funções desta página trabalham a partir daqui: a escuta da plateia, a decisão narrativa, a estrutura do roteiro, a afinação da voz e a régua que dá a nota.

Autódromo Acelerado, onde se estuda o que prende uma plateia.

A curadoria que escolhe e ordena as histórias da sua fala sai daqui, calibrada pelo que segura uma sala e pelo que a dispersa.

Liceu, onde a mente se forma com método.

O estudo continuado de quem apresenta: leitura dirigida, meta de aprendizado por período e o hábito de pertencer a um saber.

Ginásio, onde o corpo entra em ritmo.

O preparo de quem fala em pé, lido pela rotina real da pessoa: energia, cadência e o horário em que ela rende mais.

Cinema, onde se aprende assistindo.

A aula que se vê: casos e materiais do método apresentados como experiência, para quem aprende melhor vendo do que lendo.

Quem vende e negocia

Serve as áreas comerciais, de receita e de relacionamento.

Bistrot Assinado, onde cada palavra do pitch é pesada.

É o endereço da conversa de porta fechada e da proposta de alto valor. Daqui sai o corte que devolve a sua fala menor e mais forte.

Patisserie, a vitrine que fala com muita gente de uma vez.

O texto de apelo direto, para quando a mensagem precisa alcançar volume e falar com uma plateia larga de uma vez.

Marina, onde a presença corporativa atraca.

O perfil profissional, a palestra e o talk que abrem porta em empresa e qualificam quem chega do outro lado.

Quem responde por número

Serve finanças, resultado e toda área que apresenta dado.

Celeiro Cheio, o lugar que transforma dado em régua.

Daqui sai o trabalho que faz os seus números contarem a história que eles já têm, na ordem em que a decisão precisa dela.

Moinho, onde o número vira acompanhamento.

A leitura de fluxo que transforma o resultado do mês em sinal contínuo, para a conversa sobre desempenho ter sempre a mesma base.

Quem cuida da marca e do acervo

Serve marketing, marca, produto e quem guarda o que a empresa já fez.

A Mina, o subsolo do acervo.

O material bruto que a empresa já tem e ainda não usou: os casos, as histórias e os arquivos que ninguém abriu.

Joalheria Marcante, onde o bruto vira peça que fica.

O que sobrevive ao evento: a marca reconhecida, o produto que volta e a recomendação que chega sozinha.

Atelier, onde experiência vira produto.

A expertise e as histórias de uma pessoa transformadas em algo que se entrega, do curso ao programa fechado.

Estúdio Visual, onde a narrativa ganha face de áudio e imagem.

O mesmo trabalho da casa contado pelo outro sentido: o infográfico, o áudio e o vídeo produzidos sob a diretriz de marca.

Quem assina como autor

Serve o fundador, o porta-voz e quem publica em nome próprio.

Pousada Autoral, onde a voz de quem funda vira tese.

O legado pessoal do fundador trabalhado até ficar inconfundível, com a narrativa que sustenta uma conversa de investimento.

Projetos Editoriais, o endereço da obra escrita.

O único lugar da cidade cujo produto tem primeira e última página, lido inteiro por quem não devia nada ao autor.

Praça, o largo público onde quem constrói autoridade conversa.

O convivio da cidade: a história que a pessoa traz volta com recortes e estruturas de várias vozes, e o que vai ao ar passa por curadoria.

Quem decide o rumo

Serve presidência, conselho e a mesa que define estratégia.

Torre na Colina, de onde se enxerga para onde a casa vai.

A direção olhada de cima, e a decisão que governa o que todos os outros endereços fazem no ano.

Máquina do Tempo, onde a previsão é datada e conferida.

A aposta registrada antes do fato e conferida depois dele, com placar de acertos aberto.

Quem acompanha a entrega

Serve quem contrata e acompanha o andamento do programa.

Ferroviária, a linha por onde o trabalho da cidade circula.

Cada sessão do programa corre em linha com horário e parada declarados, do embarque à chegada, com a prova do que rodou.

Esta página é a parede de vidro da cidade: daqui se vê tudo o que existe lá dentro, com o nome e a função de cada lugar, sem atravessar nada. A porta fica logo abaixo, e é uma só.

Como se entra

A entrada

Uma porta só, e a cidade toda atrás dela.

Quem contrata atravessa uma entrada única e passa a ter a cidade inteira à disposição do próprio caso. A escolha dos endereços é parte do serviço, e acontece depois da chegada.

1 · A chegada

Uma conversa de trinta minutos

A Anamnese Estratégica. Você traz o congresso marcado, a apresentação de resultado que vem aí ou o time que precisa falar melhor, e sai com o quadro organizado do que tem pela frente.

2 · O encaixe

A decisão é dos dois lados

A casa diz o que resolve no seu caso e o que fica fora do alcance dela, com o motivo na mesa. Se o momento for outro, você sai com o diagnóstico na mão e a porta permanece aberta.

3 · A cidade

Daqui em diante, tudo fica disponível

O desenho do programa escolhe de quais endereços vem o trabalho, pelo que o seu caso pede. A entrada foi uma só, e a cidade inteira responde a ela.

4 · A saída

A apresentação no ar

O congresso, o conselho, a sala de vendas, o palco interno. É o que a travessia inteira existe para produzir, e é onde o resultado aparece.

A conversa serve mesmo para quem decide seguir sozinho depois dela: o quadro que sai da chegada fica com você de qualquer maneira.

Agendar a Anamnese Estratégica

Quem trabalha em cada endereço

O elenco

Dez funções, e o critério que cada uma aplica.

Cada agente responde por uma etapa específica do trabalho, e o endereço dele diz de onde vem o critério que ele aplica.

NARRADOR

Decide qual história a empresa conta, para quem, em que ordem e com qual efeito, antes de a apresentação existir.

O que chega ao cliente. A escolha narrativa por trás do roteiro, com o motivo de cada corte declarado.

Teatro Agêntico, a fábrica de agentes
O motor dos 8 Passos do Palacios

Pega o conteúdo bruto e devolve estrutura, em qualquer escala, da apresentação inteira até a cena de trinta segundos.

O que chega ao cliente. O roteiro montado, do gancho ao chamado, com a construção feita de trás para a frente.

Teatro Agêntico, a fábrica de agentes
Sondador

Escuta a plateia antes da fala e nomeia a falta que a mensagem precisa espelhar.

O que chega ao cliente. O diagnóstico da sala: o que aquela plateia específica está esperando ouvir e o que ela recusa.

Teatro Agêntico, a fábrica de agentes
Curadoria de repertório

Escolhe, ordena e calibra a história certa para a plateia certa, para que a fala prenda enquanto ensina.

O que chega ao cliente. As histórias selecionadas, com a função narrativa de cada uma definida.

Autódromo Acelerado, onde se estuda o que prende uma plateia
Mão de Midas

Transforma o conteúdo técnico em apresentação: a fala, o pitch e o material visual construídos sobre o roteiro.

O que chega ao cliente. A apresentação pronta para o palco, com a estrutura já dentro dela.

Íris

Afina a voz de cada pessoa e calibra a dose de cada fala. É a preparação de elenco da casa.

O que chega ao cliente. A fala na voz de quem assina, com a intensidade ajustada ao palco e à plateia.

Teatro Agêntico, a fábrica de agentes
MAESTRO

Dá à peça uma nota calibrada com a evidência que a sustenta e nomeia o degrau seguinte.

O que chega ao cliente. A avaliação com critério, incluindo presença, intenção e uso de pausa.

Teatro Agêntico, a fábrica de agentes
BISTURI

Edição por subtração. Diagnostica em três níveis, corta com justificativa e devolve um texto menor com o relatório do que saiu.

O que chega ao cliente. A fala enxuta, com cada corte explicado.

Bistrot Assinado, onde cada palavra do pitch é pesada
CONTADOR

Faz os números contarem a história que eles têm, na ordem em que a decisão precisa dela.

O que chega ao cliente. A apresentação de dado com narrativa, do gráfico de abertura à comparação que decide.

Celeiro Cheio, o lugar que transforma dado em régua
Ghost Writer

Escreve na voz do autor real, a partir da matéria oral que sai da entrevista.

O que chega ao cliente. O texto publicável na voz de quem assina, do artigo à obra longa.

Projetos Editoriais, o endereço da obra escrita

A fronteira do que a máquina faz

A fronteira

O que fica com a pessoa.

A história é do palestrante. O dado é do palestrante. A assinatura é do palestrante.

Em contexto científico e regulado, a fronteira é mais explícita ainda. A metodologia dos dados permanece intocada e a revisão segue com as áreas responsáveis pela conformidade da empresa. O trabalho organiza a ordem em que a informação aparece e a forma como ela é dita. O programa não substitui validação médica, jurídica ou regulatória.

A descrição curta do que a Storytellers entrega está em Talk de Midas, o que é.

O encaixe

Qual parte do elenco atende cada área.

Áreas da empresa e por onde o elenco entra em cada uma
Área da empresa Onde o elenco entra
Medical Affairs e congresso Pelo roteiro da apresentação científica, pelo repertório do speaker e pela devolutiva de palco (motor dos 8 Passos, Mão de Midas, MAESTRO)
Presidência e conselho Pelo keynote de visão e pelo repertório do executivo que o sustenta (NARRADOR, Íris)
Marketing e marca Pela espinha narrativa da campanha e pela leitura da plateia (curadoria de repertório, Sondador)
Vendas e receita Pelo corte do excesso no pitch e pela nota de cada apresentação (BISTURI, MAESTRO)
Produto Pela tradução do valor técnico em narrativa (NARRADOR, motor dos 8 Passos)
Finanças e resultado Pela ordem da informação, do gráfico de abertura à comparação que decide (CONTADOR, BISTURI)
Tecnologia Pelo roadmap contado para plateia mista, com corte e analogia (motor dos 8 Passos, Sondador)
Gente, cultura e liderança Pelo roteiro das falas recorrentes de gestão e pela régua individual de palco (Íris, MAESTRO)
Autoridade editorial Pela extração por entrevista e pela escrita na voz de quem assina (Ghost Writer, NARRADOR)

A tabela mostra o ponto de partida mais comum de cada área. A composição final do time se fecha no desenho da Anamnese, com o formato e o tamanho do grupo na mesa.

Ver o catálogo por área

Perguntas

O que costumam perguntar.

O que é o sistema do Talk de Midas?

É uma cidade de trabalho. A Storytellers organizou o próprio método em endereços com função declarada, e em cada endereço operam agentes de inteligência artificial construídos a partir do repertório de vinte anos: escolher a história, estruturar o roteiro, escutar a plateia, afinar a voz, cortar o excesso, dar a nota. Quem contrata um programa contrata o trabalho que sai desses lugares.

Preciso escolher quais endereços quero contratar?

A entrada é uma só, a Anamnese Estratégica. Dela sai o desenho do programa, e é o desenho que define de quais endereços vem o trabalho, pelo que o seu caso pede. Da chegada em diante a cidade inteira está disponível, e a escolha do time é parte do serviço.

Quantos endereços tem a cidade?

Vinte, sob um continente que dá nome ao conjunto, e esta página abre os vinte. Dez funções operam o Talk de Midas, e são as dez desta página. Os endereços que ficam fora do desenho de um programa continuam existindo e servindo outras frentes da empresa, do acervo à prospecção comercial.

O cliente recebe acesso aos agentes?

O que chega ao cliente é o trabalho que sai deles: o roteiro, o repertório estruturado, os slides, a devolutiva de palco e a trilha de evolução. A composição do time que atua em cada programa se define no desenho da Anamnese Estratégica, pelo formato e pelo tamanho do grupo.

A inteligência artificial escreve a apresentação no lugar da pessoa?

O material continua sendo da pessoa. O trabalho do sistema é estrutural: propor ordem, apontar o que está sobrando, devolver a fala na voz de quem assina e medir a performance com critério. A história é do palestrante, o dado é do palestrante e a assinatura é do palestrante.

Por que isso importa para quem contrata treinamento?

Porque a maior parte do efeito de um treinamento evapora entre um encontro e o próximo. A cidade é o que sustenta o trabalho no intervalo: a próxima apresentação do participante encontra a mesma régua, a mesma estrutura e o mesmo repertório organizado, sem depender de a sala se repetir.

Como fica a confidencialidade do material da empresa?

O material trabalhado em programa é da empresa e permanece com ela. A confidencialidade é condição do trabalho, e os termos se definem no contrato de cada programa.

Onde o material da empresa é tratado quando um agente atua sobre ele?

A política de tratamento do material entra no contrato de cada programa, definida junto com as áreas de conformidade e de tecnologia da empresa. Quando a companhia tem restrição de ferramenta ou de tráfego de dado, o desenho do programa se ajusta a ela, e essa conversa acontece antes do primeiro encontro.

De onde vêm esses agentes?

Da própria operação da Storytellers. Cada agente é a codificação de um método que a empresa já usava com pessoas: a estrutura de roteiro dos 8 Passos, o garimpo de histórias da Arqueologia Interna, a régua de avaliação das Maestrias, a edição por subtração. Eles nasceram para operar o trabalho interno, ganharam endereço na cidade e passaram a operar o trabalho dos programas.

Próximo passo

Trinta minutos para ver a cidade aplicada ao seu caso.

A Anamnese Estratégica é a entrada da cidade, e é uma conversa sobre a apresentação, o evento ou o time que você tem pela frente. Dela sai o desenho do programa e a composição do time que atende.

Agendar a Anamnese Estratégica
Fernando Palacios Fundador da Storytellers e 2x World’s Best Storyteller, World HRD Congress, Mumbai, 2017 e 2018. Ver a ficha completa.